quinta-feira, 6 de agosto de 2009


Olivier de sagazan é um artista francês, pintor, escultor, e performance. nascido em 1959 em brazzaville (congo).
Sua obra perturbadora engendrada por sua excentricidade, expressa ululante consternação, a poucos se passa despercebida. Olivier de Sagazan é fantástico no que faz, seja como pintor,escultor e performance, seria impossível optar entre um de seus estilos.


Olivier de Sagazan website oficial







Em minha própria homenagem, pelos meus momentos quase que já diários de embriagásseis, Estas musicas são uma ótima trilha sonora para sua degradação alcoólica.

2002 - Lydia Lunch With The Anubian Lights - Champagne, Cocaine & Nicotine Stains

1.Nothing But Trouble. 4:05 2. Champagne ,

2.Champagne, Cocaine And Nicotine Stains

3.Potango Tango. 3:51

4.Guernicana. 2:17

5.Potato Tango (Remix). 4:24 Remix - Anubian Lights
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009



Uma rosa violeta

Obelisco feminino seus olhos mortíferos,
Sensualidade felina, seus mistérios a muitos perturbam o sono,
Pungentes olhos melancólicos sabem também brilhar e sorrir como criança,
Teu nome por si mesmo abnegada, ela é outrora outro,

Seus sonhos fogem de suas mãos
Seus gestos mal compreendidos, mas sempre atraentes,
Seus lábios conhecedores de ambos os sexos
O seu coração, excelência muitas vazes consternado,

Quem és tu? Ser de dois sentidos; perguntar-lhe-iam,
Pouco sabem, nunca teriam respostas,
Coração tumefacto de emoções.


[ Homenagens a uma amiga muito amada]

Marcelo Felipeti
Fotografia: Nobuyoshi Araki

Retórico Devasso



O que diria eu mesmo de minha falsa realeza?
Sirvo-me uma grande dose de falça elegância,

O que é viver de vontades e ganâncias?
Para onde futuro e passado se presente inexiste,
Meu sexo convulso de anseios voluptuosos
Minha alma mal crescida, já tão falida e esquecida.
Minha verdade só a mim me cabe?
Governo sem que ninguém me ouça; mas tudo sempre faz sentido!
Minha arte já á tempo se fez lodosa.
Cansei de questionar-me.Só o que crio são monstros e dúvidas?
Não mais concentro-me no que aprecio,
Estou perdido em algo que nem sei se sou eu.
Acredito sem dúvida!contradizendo-se-me-ei logo a pós;tornando á afirmar redundantemente contraditório.
Não vejo mais onde palavra nem mesmo imagens,
Minha arte apenas eu posso ver,
É um veneno que me coroe,
É uma neblina que me sega , um impulso que me aprisiona

Embriagado mais uma vês...



Marcelo Felipeti